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ESTUDO BÍBLICO : A “Shekinah” de Deus está aqui! Em qual Bíblia?
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| Enviado por Webmaster em 12/07/2010 09:33:56 (658 leituras) |
É normal ouvirmos em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekináh”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.
Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekináh”? O que significa esta palavra? Será “shekináh” uma expressão encontrada nas Escrituras? Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação do plenário, bem como dos obreiros. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: “Pr Marcelo, já ouvi “pregadores de renome” falar isso! Faz tantos anos que ouço todos falarem desta palavra “shekiná”, será mesmo que o sr não está enganado? Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo? Mas voltando ao assunto da palavra “shekináh”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -נ -כ- ש (sh-k-n), cujo significado é “habitar”, “fazer morada”. Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: “a glória de Deus, presença de Deus”. Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavod” – o peso da glória de Deus. A Shekiná, como uma idéia concreta, aparece só na literatura literatura rabínica, havendo somente “alusões” a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo : וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתֹוכָֽם׃: Ve Asu Li Mikdash Ve Shakhanti Betocham - “e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)”[1];”וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים” – “e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus”[2]; e יְהוָה צְבָאֹות הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיֹּֽון׃ “o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião”[3]. Conclusão Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “ A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela. No amor de Jesus, Pr Marcello de Oliveira Notas: [1] Exodo 25.8 [2] Exodo 29.45 [3] Isaías 8.18 [4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (הלבק QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.
Fonte: A Supremacia das Escrituras |
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ESTUDO BÍBLICO : Jesus errou sobre os sinais do fim?
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| Enviado por Webmaster em 27/06/2010 21:21:06 (320 leituras) |
MATEUS 24:34: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram".
Jesus errou quando afirmou que os sinais do tempo do fim se cumpririam em sua era?
PROBLEMA: Jesus falou de sinais e maravilhas no que diz respeito à sua segunda vinda. Mas ele disse que "esta geração" não passaria, sem que tudo isso acontecesse. Isso quis dizer que esses eventos aconteceriam durante a vida dos que o ouviam?
SOLUÇÃO: Esses eventos (i.e., a Grande Tribulação, o sinal da volta de Cristo e o fim dos tempos) não ocorreram nos dias de seus ouvintes. Portanto, é racional entendermos que o seu cumprimento se dará ainda no futuro. Essa questão requer um exame mais cuidadoso do significado de "geração", quanto a sentidos diferentes relativamente aos contemporâneos de Jesus.
Primeiro, "geração" em grego (genea) pode significar "raça". Nessa situação específica, a afirmação de Jesus poderia significar que a raça judia não passaria até que todas as coisas se cumprissem. Por haver muitas promessas a Israel, inclusive a da herança eterna da terra da Palestina (Gn 12; 14-15; 17) e do reino Davídico (2 Sm 7), Jesus poderia estar se referindo à preservação da nação de Israel por Deus, de forma a cumprir com as promessas feitas a Israel.
De fato, Paulo fala de um futuro da nação de Israel, quando eles serão restabelecidos nas promessas do pacto de Deus com eles (Rm 11:11-26).
A resposta de Jesus à última pergunta de seus discípulos levava em conta que haveria um futuro reino para Israel, quando eles perguntaram: "Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?" Em vez de repreendê-los por falta de compreensão, Jesus respondeu: "Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade" (At 1:6-7).
Segundo, "geração" poderia referir-se também a uma geração em seu sentido usual, de pessoas vivendo no tempo indicado. Nesse caso, a palavra se referiria às pessoas que estarão vivas quando essas coisas acontecerem no futuro. Em outras palavras, a geração que estiver viva quando essas coisas começarem a acontecer (o abominável da desolação [v. 15], a grande tributação, tal como nunca houve antes [v. 21], o sinal do Filho do Homem no céu [v. 30] etc.) permanecerá viva até quando esses juízos se completarem. Portanto, já que comumente se crê que, no fim dos tempos, a tribulação terá a duração de sete anos (Dn 9:27; cf. Ap 11:2), Jesus estaria dizendo que "esta geração" que estiver vivendo a tribulação ainda estará viva no seu final.
Sob qualquer hipótese, não há razão alguma para se considerar que Jesus tivesse feito a afirmação, obviamente falsa, de que o mundo terminaria dentro do período de vida dos seus contemporâneos.
Fonte: MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia; Norman Geisler - Thomas Howe
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ESTUDO BÍBLICO : Não toqueis no ungido do Senhor: desmascarando essa falsa doutrina
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| Enviado por Webmaster em 10/01/2010 17:37:29 (513 leituras) |
Não toqueis no ungido do Senhor: desmascarando essa falsa doutrina

Por Vera Siqueira
"Não toqueis no ungido do Senhor". Essa é a resposta de nove entre dez crentes que crêem em tudo o que lhe pregam sem serem bereianos, quando confrontados com críticas ou acusações contra pastores, apóstolos (?) e demais líderes eclesiásticos. Não importa se as provas do crime são claras, para esses crentes não nos cabe julgar nem analisar o que a liderança da igreja faz de errado: cabe aos crentes, segundo essa falsa doutrina, agir como Davi em relação à Saul: simplesmente não fazer nada, e esperar que Deus resolva o negócio e faça a justiça. E enquanto nada se faz, esses líderes criminosos continuam roubando, matando e destruindo o rebanho de crentes em suas mãos, e trazendo escândalo para o Evangelho, afastando de vez os não-crentes do afã de conhecerem a Verdade de Cristo. Mas enfim, Davi realmente disse em várias passagens de 1 Samuel que não se deve tocar no ungido do Senhor. E aí? Em primeiro lugar, temos que deixar bem claro sobre qual ungido Davi se referia. Ele se referia a Saul, atual rei de Israel, porém já destronado por Deus, que havia ungido Davi em seu lugar. Portanto, a primeira coisa que temos que ter em mente é que não se tratava de qualquer ungido, mas de Saul. Em segundo lugar, temos que entender essa unção que Saul recebeu. Em 1 Samuel 8, lemos que o povo queria um rei no lugar dos antigos juízes que governavam Israel. Deus não tinha esse desejo, pois o querer um rei era um desejo do povo de que Deus já não reinasse mais sobre eles. Porém Deus resolveu satisfazer Israel, e escolheu Saul como rei. Em 1 Samuel 10, lemos o profeta Samuel indo ungir Saul como rei: "Então tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e beijou-o, e disse: Porventura não te ungiu o SENHOR por capitão sobre a sua herança? Apartando-te hoje de mim, acharás dois homens junto ao sepulcro de Raquel, no termo de Benjamim, em Zelza, os quais te dirão: Acharam-se as jumentas que foste buscar, e eis que já o teu pai deixou o negócio das jumentas, e anda aflito por causa de vós, dizendo: Que farei eu por meu filho? E quando dali passares mais adiante, e chegares ao carvalho de Tabor, ali te encontrarão três homens, que vão subindo a Deus a Betel; um levando três cabritos, o outro três bolos de pão e o outro um odre de vinho. E te perguntarão como estás, e te darão dois pães, que tomarás das suas mãos. Então chegarás ao outeiro de Deus, onde está a guarnição dos filisteus; e há de ser que, entrando ali na cidade, encontrarás um grupo de profetas que descem do alto, e trazem diante de si saltérios, e tambores, e flautas, e harpas; e eles estarão profetizando. E o Espírito do SENHOR se apoderará de ti, e profetizarás com eles, e tornar-te-ás um outro homem. E há de ser que, quando estes sinais te vierem, faze o que achar a tua mão, porque Deus é contigo. Tu, porém, descerás antes de mim a Gilgal, e eis que eu descerei a ti, para sacrificar holocaustos, e para oferecer ofertas pacíficas; ali sete dias esperarás, até que eu venha a ti, e te declare o que hás de fazer. Sucedeu, pois, que, virando ele as costas para partir de Samuel, Deus lhe mudou o coração em outro; e todos aqueles sinais aconteceram naquele mesmo dia."
1 Samuel 10.1-9
E Saul ficou cheio do Espírito Santo, e em 1 Samuel 11.15, finalmente Saul é proclamado rei. Porém a unção que Saul recebeu era apenas para reinar, não para ser sacerdote ou líder espiritual do povo. Essa função era para algumas pessoas específicas, como o profeta Samuel. Não cabia a Saul as funções sacerdotais, sendo esse um dos pecados que o fez perder o reinado em Israel: "E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel, trinta mil carros, e seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está à beira do mar; e subiram, e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Aven. Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em apuros (porque o povo estava angustiado), o povo se escondeu pelas cavernas, e pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas. E alguns dos hebreus passaram o Jordão para a terra de Gade e Gileade; e, estando Saul ainda em Gilgal, todo o povo ia atrás dele tremendo. E esperou Saul sete dias, até ao tempo que Samuel determinara; não vindo, porém, Samuel a Gilgal, o povo se dispersava dele. Então disse Saul: Trazei-me aqui um holocausto, e ofertas pacíficas. E ofereceu o holocausto. E sucedeu que, acabando ele de oferecer o holocausto, eis que Samuel chegou; e Saul lhe saiu ao encontro, para o saudar. Então disse Samuel: Que fizeste? Disse Saul: Porquanto via que o povo se espalhava de mim, e tu não vinhas nos dias aprazados, e os filisteus já se tinham ajuntado em Micmás, eu disse: Agora descerão os filisteus sobre mim a Gilgal, e ainda à face do SENHOR não orei; e constrangi-me, e ofereci holocausto. Então disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o SENHOR teu Deus te ordenou; porque agora o SENHOR teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre; porém agora não subsistirá o teu reino; já tem buscado o SENHOR para si um homem segundo o seu coração, e já lhe tem ordenado o SENHOR, que seja capitão sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o SENHOR te ordenou." 1 Samuel 13.5-14
O outro pecado de Saul ocorreu em 1 Samuel 15, quando desobedeceu à ordem do Senhor ao não destruir o melhor do rebanho dos amalequitas, com a desculpa de que usaria o rebanho como sacrifício, onde Samuel disse que é melhor obedecer do que sacrificar. Assim, em 1 Samel 16 lemos o Espírito do Senhor deixando Saul e passando a habitar Davi, o novo rei ungido: "Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os moços? E disse: Ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui. Então mandou chamá-lo e fê-lo entrar (e era ruivo e formoso de semblante e de boa presença); e disse o SENHOR: Levanta-te, e unge-o, porque é este mesmo. Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá. E o Espírito do SENHOR se retirou de Saul, e atormentava-o um espírito mau da parte do SENHOR." 1 Samuel 16.11-14
Ou seja, Saul deixou de ter o Espírito Santo, mas continuou sendo rei de Israel por vários anos. Nesses anos, o Espírito Santo estava com o novo ungido, Davi, que porém ainda não havia sido reconhecido rei pelo povo. Dessa forma, Davi servia ao rei Saul e foi perseguido por seus exércitos, e aí chegamos à passagem que abriu esse artigo, quando Davi teve real chance de aniquilar Saul, mas não o fez por considerá-lo ungido do Senhor. Realmente, o que impediu Davi de se levantar contra Saul não foi o poder do Espírito Santo no antigo rei, pois este já o tinha deixado e Saul não passava de um endemoniado. Porém, mesmo endemoniado, Saul continuava sendo rei, e em razão desse título que Davi o poupou. Uma vez ungido rei, sempre rei. Deus tirou Saul do reinado, porém isso só se concretizou com sua morte, não havendo rebelião para que isso acontecesse e Davi tomasse o poder em seu lugar. A unção de rei permaneceu com Saul por toda a sua vida, mas o Espírito de Deus não. Entendido tudo isso, vamos agora analisar a doutrina do "não toqueis no ungido" nos dias de hoje. Por que ela não é válida? Como visto, a unção a qual Davi se referia dizia respeito ao direito de reinar sobre Israel, não sobre possuir funções eclesiásticas. As funções de governo do Estado e eclesiásticas eram bem divididas naquele tempo, embora Israel fosse um Estado teocrático. Portanto, a não ser que algum líder de igreja seja também rei nomeado por Deus (olha eu dando idéia para novos títulos, que Deus me perdoe) em sua localidade, nenhum líder religioso atual se enquadra nesse quesito. Sobre como devemos agir em relação ao líderes religiosos e qualquer cristão, a Bíblia é bastante clara: "E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim."
Atos 17.10-11
"Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo." 1 Coríntios 5.9-13
Chega desse engano do "não toqueis no ungido do Senhor", engano esse que tem transformado a igreja em covil de salteadores. O rebanho tem que aprender a buscar na Palavra se o que seus líderes pregam é verdade ou não, tem que aprender a raciocionar, a analisar, a meditar dia e noite na Palavra, mas é isso mesmo que os lobos em pele de cordeiro não querem que aconteça, e por isso acorrentam suas ovelhas em falsas doutrinas que visam cegar e conformar o rebanho à sua própria vontade, não à de Deus. Deus nos enviou Cristo para que fôssemos libertos, mas onde há liberdade se nem ao menos podemos criticar um líder eclesiástico por seus falsos ensinos ou sua má conduta, com a desculpa que de o fulano é "ungido"? O Apóstolo (de verdade) Paulo era bem ungido, disso não há dúvidas, mas nem por isso ficou chateado ao ser confrontado pelo povo de Beréia em seus ensinamentos. Por que os apóstolos (?) e líderes dos dias de hoje ficam melindrados, e até amedrontam suas ovelhas com a promessa de inferno para o "pecado de rebeldia" que seria se levantar contra um "ungido" do Senhor? E por que as ovelhas, que também têm unção (já que recebem o Espírito Santo desde sua conversão), ao contrário dos líderes religiosos, podem e são fortemente exortadas (se seu dízimo for baixo, claro) quando encontradas em erro? Isso é estelionato gospel, e dos bons. Graças à essa mentira (a própósito, quem é o pai da mentira mesmo?) vemos igrejas destruídas por pertencerem (a palavra é essa mesma) a líderes criminosos, que adulteram as Escrituras a seu bel-prazer e agem como se a justiça de Deus e dos homens não valesse para eles. Enquanto isso, às ovelhas cabe apenas se conformar, "Deus quer assim", "quem faz a justiça é Ele", "só nos cabe orar". Povo de Deus, vamos abrir os olhos! Temos que orar, a justiça é de Deus, mas Ele usa homens e mulheres para que Sua justiça seja feita nessa terra! Se Lutero pensasse assim, ainda hoje estaríamos comprando indulgências (se bem que essa prática perniciosa continua ocorrendo nos dias de hoje, na forma de lenços suados, rosa ungida, sabonete ungido, etc). Como povo de Deus, temos que ser carvalhos de justiça principalmente em nosso meio, tirando os lobos que querem devorar nossas ovelhas! Se não o fizermos, não sobrará ovelha nenhuma no final da história, pois todas serão enganadas... O "não toqueis no ungido do Senhor" é uma desculpa muito da mal feita para líderes que têm algo a esconder. Quando um líder pregar isso para você, fique ainda mais atento, pois quem está na luz não tem medo de ser julgado, afinal nada se encontrará que o desabone; ao contrário, quem está em trevas não quer que o candeeiro seja colocado em cima da mesa e ilumine o ambiente, pois isso trará à luz toda a podridão escondida em nome de Deus. *** Vera Siqueira é procurada pelos Leões-de-Chácara religiosos por liderar um protesto cristão organizado na Marcha para Jesus. A tal Marcha para Jesus é um dos muitos eventos protestantes onde é proibido protestar. Ela também coopera enviando textos subversivos para o Púlpito Cristão. Fonte: Pulpito Cristão |
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ESTUDO BÍBLICO : Você sabia que existe 5 "infernos" na Bíblia?
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| Enviado por Webmaster em 09/01/2010 01:48:22 (721 leituras) |
Você sabia que existe 5 "infernos" na Bíblia?
Por: Cristiano Santana
Uma mulher chamada Deby, uma assídua leitora do meu blog , fez o seguinte comentário, sobre o meu artigo sobre o livro de Mary Baxter, "A Divina Revelação do Inferno":
Você disse que os demônios não ficam torturando as pessoas lá porque eles não têm a autonomia de entrarem e saírem do inferno a hora que querem, e de fato não encontramos nada na bíblia que especifique isto.
Mas tem algo que muito me intriga: Em Mateus 8:29 e em Lucas 8:28 encontramos o seguinte versículo: “O que temos nós contigo Jesus filho do Deus altíssimo, vieste nos atormentar antes do tempo?” isto nos mostra que os demônios estavam por dentro sobre o que aconteceria com eles no futuro.
Em Lucas 8:31 encontramos: “E rogavam-lhe que os não mandasse para o abismo” Em Apocalipse 20:14 diz: “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo” O que eu entendo é que de fato existem demônios que estão presos e serão soltos somente na grande tribulação, e outros demônios estão soltos.
"Mas o inferno ainda não foi lançado no abismo ou no lago de fogo como diz em apocalipse, portanto acredito que exista a possibilidade de esses demônios que estão soltos entrarem e saírem do inferno, mas eles sabiam que se fossem laçados no abismo não haveria retorno e por isso rogaram para não serem lançados no abismo."
VAMOS À EXPLICAÇÃO
O fato é que "inferno" é um termo comumente relacionado várias palavras gregas e hebraicas, as quais ocorrem em CINCO contextos bem diferentes. Vejamos:
SEOL (EM GREGO: HADES)
Na Septuaginta (tradução grega do AT), hades ocorre mais de 100 vezes, na maiores das vezes para traduzir o Hebraico "Seol", o mundo subterrâneo que recebe todos os mortos. É uma terra de trevas, onde não há lembrança de Deus (Jõ 10:21-22; 26:5; Sl 6:5; 30:9). Na literatura judaica posterior encontramos a idéia de divisões dentro do Seol, para os ímpios e para os jutos, nas quais cada classe experimenta algo de seu destino final (Enoque 22:1-14). Essa idéia parece sublinhar o quadro imaginativo do rido e de Lázaro, no Novo Testamento.
No NT hades ocorre 10 vezes, e isto somente em Mateus, Lucas, Atos e Apocalipse. Hades jaz dentro da terra, de tal forma que há uma descida para chegar a ele (Mt. 11:23, Lc: 10:15; cf. Mt 12:40 kardia tes ges, "o coração da terra"). É uma prisão (philake, 1 Pe 3:19; Ap 20:7). Como uma cidade, tem portões (Mt 16:18).
Importante frisar, aqui, que, quando Jesus diz que "as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja", Ele não está falando de uma habitação de demônios, mas está falando do próprio poder da morte. Em outras palavras, essa tradução também estaria correta: "as portas da morte (ou a habitação dos mortos) não prevalecerão contra a igreja.
Na ocasião da ressureição, Hades deve devolver os seus mortos (Ap. 20:13). Desta forma, não é um lugar ou estado eterno, mas sim, apenas temporário de habitação dos mortos
GEENA
É a forma grega do aramaico ge hinnam, que, por sua vez, remonta para o hebraico ge hinnon, expressão esta que originalmente denotava um vale que ficava ao sul de Jerusálem, o "vale do filho (ou filhos) de Hinnon. Neste vale eram oferecidos sacrifícios de crianças. Dessa forma, gehenna veio a ser aplicado ao inferno de fogo escatológico de modo geral, mesmo quando já não se localizava em Jerusalém. No decurso do tempo, gehenna ficou sendo simplesmente o lugar do castigo, e, assim, atraía as idéias correspondentes acerca do hades.
Segundo o NT, gehenna é uma entidade pré-existente (Mt 25:41), um abismo de fogo (Mt 13:42), 50). È o lugar de castigo escatológico depois do juízo final, castigo este de eterna duração (Mt. 25:41, 46; 23:15, 33) Ali se julgam o corpo e a alma (Mc 9:43-48); Mt 10:28). Também deve ser distinguido do hades que abriga as almas dos mortos antes, do juízo final. O mesmo castiga sobrevirá a Satanás, os demônios, a besta do abismo, o falso profeta, a morte e o hades.
ABYSSOS (ABISMO)
No NT abyssos é a prisão para demônios (Lc 8:31; Ap. 9:1-2). Está fechada, mas mesmo assim, sobe dela a fumaça de fogos substerrâneos (Ap 9:1,2). Domina sobre ela um príncipe que não é Satanás (Ap. 9:1-2). Dela emergirão estranhas criaturas (Ap. 9:3 e segs), como também a besta. Satanás ficará acorrentado nessa prisão durante o reinado de mil anos.
TÁRTARO
Em 2 Pe 2:4 apenas é que encontramos o vocábulo tartaroo, traduzido em nossa versão como "precipitando no inferno", e na versão pesita "lançados nas regiões mais baixas". Tartaros é o termo clássico para indicar lugar de punição eterna ("inferno"), porém, é aqui aplicado para a esfera intermediária dos anjos caídos que sofrem castigo.
KATÕTEROS ("INFERIOR)
No NT, a palavra ocorre somente em Efésios 4:9 (Cristo desceu) eis ta katotera mere tes tes, "para as partes mais baixas da terra". Alguns teólogos relacionam esse termo com hades, outros, com geena.
CONCLUSÃO:
Percebe-se, do exposto, que em nenhuma passagem bíblica se fala de um lugar, chamado "inferno", onde os demônios entram e saem quando bem quiserem. Quando "inferno" é relacionado aos demônios, o significado sempre é de uma prisão.
O lugar dos mortos, é somente o lugar dos mortos, de acordo com a tradição rabínica e as Escrituras. O único lugar onde as almas dos mortos e dos demônios se encontrarão será na geena, o lago de fogo e enxofre. A geena é o "inferno" que ainda vai ser inaugurado. Bíblicamente, também fica claro que geena será um lugar de tormento também para os demônios e não um parque de diversões, onde eles estarão enfiando garfos nas almas dos seres humanos. Todos juntos terão sofrimento eterno.
Sempre que alguém me faz uma pergunta sobre o inferno, eu costumo brincar, dizendo: "Você está falando de qual inferno? Eu conheço, pelo menos cinco."
Ficou claro??
Bibliografia:
O Novo Dicionário da Bíblia - Edições Vida Nova Dicionário Internacional Teológico do Novo Testamento - Edições Vida Nova Postado por
Fonte: Blog Cristiano Santana
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ESTUDO BÍBLICO : Perguntas e Respostas postagem O que significa a frase “esposo de uma só mulher” em 1 Timóteo 3:2? Pode um homem divorciado servir como pastor, presbítero ou diácono?
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| Enviado por Webmaster em 05/01/2010 12:41:24 (530 leituras) |
O que significa a frase “esposo de uma só mulher” em 1 Timóteo 3:2? Pode um homem divorciado servir como pastor, presbítero ou diácono? Pergunta: “O que significa a frase “esposo de uma só mulher” em 1 Timóteo 3:2? Pode um homem divorciado servir como pastor, presbítero ou diácono?” Resposta: Há três interpretações possíveis para “esposo de uma só mulher” em 1 Timóteo 3:2. (1) Talvez essa passagem esteja dizendo apenas que um polígamo não é qualificado para ser um pastor/ presbítero/ diácono. Essa é a interpretação mais literal da frase, mas aparenta ser improvável já que poligamia era bem rara durante a época que Paulo estava escrevendo. (2) A frase também pode ser traduzida como “homem de uma mulher só”. Isso indicaria que um bispo deve ser completamente leal à mulher com quem é casado. Essa interpretação se focaliza mais em pureza moral do que em estado civil. (3) Essa frase também pode estar declarando que para ser um pastor/presbítero/diácono, um homem só pode ter sido casado uma vez, com exceção do caso de um viúvo que se casou de novo.As interpretações (2) e (3) são as mais prevalentes hoje. Eu tenho a tendência de aceitar a interpretação número 2, primeiramente porque a Bíblia aparenta permitir o divórcio em circunstâncias excepcionais (Mateus 19:9; 1 Coríntios 7:12-16). Também é importante diferenciar entre um homem que era divorciado e casou de novo antes de se converter de um homem que se divorciou e casou de novo depois de se converter. Eu não acho que um homem que seja qualificado em todas as outras áreas não pode exercer liderança na igreja por causa das ações que cometeu antes de vir a Cristo como Salvador. Apesar de não acreditar que 1 Timóteo 3:2 exclua necessariamente um homem divorciado ou casado de novo de ser um pastor/presbítero/diácono, há outros problemas a serem considerados. A primeira qualificação de um pastor/presbítero/diácono é que ele seja “irrepreensível” (1 Timóteo 3:2). Se divórcio/ novo casamento resulta em um pobre testemunho para aquele homem em sua igreja ou comunidade, talvez a qualificação de ser “irrepreensível” o exclua, ao invés da exigência de “esposo de uma só mulher”. Um pastor/presbítero/diácono é para ser um homem do qual a igreja e comunidade podem se orgulhar e ter como exemplo de um líder que é como a Cristo e tem liderança religiosa. Se seu divórcio/ novo casamento detrata desse objetivo, talvez ele não deva exercer a posição de pastor/ presbítero/diácono. É importante lembrar, no entanto, que só porque um homem é desqualificado de servir como um pastor/presbítero/diácono, que isso não significa que ele não é um membro valioso do Corpo de Cristo. Todo Cristão possui dons espirituais (1 Coríntios 12:4-7) e é chamado para edificar outros crentes com seus dons (1 Coríntios 12:7). Um homem que é desqualificado da posição de pastor/ presbítero/diácono ainda pode ensinar, pregar, servir, orar, louvar e fazer uma parte importante da liderança da igreja.
Fonte: GotQuestions / Padom |
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