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ARTIGO : Os falsos profetas da Teologia da Prosperidade
Enviado por Webmaster em 11/05/2010 20:30:39 (537 leituras)


 Os falsos profetas com as falsas profecias continuam agindo nos dias atuais. Eles estão por toda parte, proclamam absurdos e as mais diversas heresias. Nos últimos dias, um claro exemplo da gravidade deste problema acontece em plena TV aberta aqui no Brasil. Estou falando das profecias e ensinos acerca da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira.

Campanhas ridículas e argumentos heréticos estão conduzindo muita gente boa e simples ao engano. Em nome da salvação de almas se levanta recursos para a manutenção de programas que não pregam mais o Evangelho de Jesus, que se tornaram meros disseminadores da chamada "Teologia da Auto-ajuda."

A relação da Teologia da Prosperidade com os televangelistas remonta à década de 50, quando o evangelista Oral Roberts criou a noção de “Vida Abundante” e deu início à pregação da doutrina e evangelho da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior que o valor ofertado. Oral Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando ao ingressar na TV, suas despesas aumentaram de maneira considerável. Nos anos 70, nos narra Ricardo Mariano, que Kennet e Gloria Copeland radicalizaram, dando maior projeção ao evangelho da prosperidade, quando prometeram retorno centuplicado dos dízimos e ofertas.

Em relação aos falsos profetas, observe o que nos diz a Bíblia Sagrada:

"Sabe que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra de se não cumpri, nem suceder, como profetizou, esta é a palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenha temor dele." (Dt 18.22)

"Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis". (Dt 13.1-4)

Perceba que um falso profeta não é apenas alguém que fala (ou prediz) algo em nome de Deus, e que este algo não acontece. O segundo texto deixa claro que um profeta ou sonhador pode anunciar um sinal ou prodígio, e que isto pode vir a acontecer, mas que tal fato não autentica a integridade e a autoridade do profeta, nem a legitimidade da profecia.

Para discernir o falso do verdadeiro a pergunta chave é: Juntamente com a profecia, há um cuidado do profeta em se manter fiel ao Deus da Palavra e à Palavra de Deus?

Ir após outros deuses é o mesmo que ir após aquilo que o SENHOR não prescreveu, que não se sustenta à luz das Santas Escrituras, ou ir após aqueles que propagam esses falsos ensinos.

A prosperidade dos filhos de Deus é uma verdade bíblica? É claro que sim (confira em Js 1.8; Sl 1.1-3; 2 Co 9.10-11). Já a Teologia da Prosperidade, com sua ênfase demasiada nas riquezas, suas exegese deturpada, seus métodos grosseiros e seus falsos profetas, não passa de uma corrupção doutrinária clara e absurda, que deve ser veementemente combatida e repudiada no meio cristão.

Pr Altair Germano


Fonte: O Galileo

ARTIGO : Viver a Vida: o que os olhos não veem na novela da Globo
Enviado por Webmaster em 19/02/2010 10:27:34 (420 leituras)

 Não há nada melhor que viver a vida neste meu Brasil brasileiro onde o coqueiro dá coco. Ao menos na teoria, viver a vida é bom. Ora, ninguém pode afirmar que o bom é viver a morte, e se existe vida há que se viver. Nada mais óbvio.

Por Washington Araújo*, no Observatório da Imprensa

Marca do novelista global Manoel Carlos, a obra em andamento conta também com histórias reais de superação e tudo contado na eternidade dos 60 segundos logo após o último bloco do capítulo diário de Viver a Vida, a novela.
Em breve a novela seguirá para seu fim e até o momento quase nada tem sido escrito por especialistas da mídia sobre as aberrações que o folhetim apresenta. Mau-caratismo, traição, adultério, ciúme, inveja, alcoolismo e uso de drogas se apresentam no horário nobre toda santa noite como aperitivo antes do desbunde geral em que se transformou o que já não era bom, o famigerado Big Brother Brasil.
As “vinhetas de superação” trazendo ao horário nobre gente sofrida, abandonada, envolvida nas drogas ou no crime, pessoas portadoras de necessidades especiais e vítimas de todo tipo de violência, testemunham como foi bom ter dado a volta por cima. Porque nesse horário somente essas pessoas sabem como é viver a vida, enfrentar os desafios, superar as debilidades. Na novela tudo é caricato, tosco e apelativo. Personagens quando choram parecem estar gargalhando por dentro, e quando falam de amor optam pelo desamor, focam as desilusões e nossas pequenas tragédias humanas.
A realidade no folhetim é absolutamente virtual. Basta ver a favela de Viver a Vida. Tem até jantar à luz de velas. Balas perdidas? Existe isso? Onde? Quem? O hospital do Dr. Moretti é imenso pátio de diversões onde os médicos estão sempre na lanchonete, colocando em dia seus problemas amorosos e nunca incomodados por pacientes alquebrados, gente entre a vida e a morte como é tão comum e mesmo rotineiro em hospitais.
A pousada de Búzios tem clima de Copacabana Palace. Tudo na pousada é muito limpo, decoração de primeira, natureza exuberante, ninguém parece trabalhar mas tudo está sempre nos trinques e hospedes que é bom, se existem, não dão as caras. Faltou a Manoel Carlos a vivência de um feriadão em pousada de Salvador, Porto Seguro, Natal ou Florianópolis.

Trabalho infantil
Viver a Vida
é um vale de lágrimas do início ao fim. As pessoas choram sem parcimônia. E com gosto. Há aquela que chora porque não consegue parar de beber. Há aquela outra que chora porque está tetraplégica. Outra chora porque não consegue consumar o adultério. Há quem chore porque é abandonada pelo noivo a poucas horas do casamento. Outra chora porque o marido não aceita conviver em harmonia com os enteados, filhos do primeiro casamento. Tem quem chore porque a irmã tetraplégica recebe mais atenção da mãe e das irmãs. Há quem chore porque os filhos gêmeos estão apaixonados pela mesma pessoa. Tem quem chore por acreditar que uma pessoa tetraplégica não pode fazer ninguém feliz. É o folhetim dos vilões-fashion, gente descolada, rica e que prefere viver a vida na base de quanto mais fútil for a vida, melhor.
Até aqui nada de muito novo. O que não entendo é as autoridades responsáveis pela proteção da infância e da adolescência deixarem uma graciosa menina de apenas 8 anos de idade interpretar uma vilã. É o que acontece com a Rafaela interpretada pela espertíssima Klara Castanho. Vemos todas as noites sua infância sendo roubada. Assistimos impassíveis ao sequestro de uma inocência que deveria ser preservada, inicialmente por seus pais, depois por esse veículo de comunicação que é uma concessão pública chamada televisão e depois pelo pessoal do judiciário, das tais varas da Criança e do Adolescente.
Rafaela se pinta com as cores da vida adulta, se veste insinuante como é comum aos jovens, é a cara do consumo-mirim sempre instigando sua mãe a comprar isso e aquilo mesmo que não tenha rendimento para tal. O pior nem é isso. O pior é o retrato de criança manipuladora e sensual, chantagista e dona de opinião sobre assuntos bem complexos para mente em formação como é o caso de aborto, mãe esperando segundo filho, vida de mãe solteira e testemunha de tórrida cena de adultério.
Será que ninguém observa nada disso? Será que ninguém vai trazer à mesa a discussão sobre trabalho infantil em programas para público adulto como é uma novela das oito? Será que toda e qualquer manifestação artística é passível de ser exercida por crianças e adolescentes? Pelo andar da carruagem não me causará espanto se em capítulo futuro a pequena Rafaela se transformar em psicopata-mirim.

Mercado e audiência
É que ninguém está nem aí para colocar em prática dispositivos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069, de 13/7/1990), calhamaço que conta com impressionantes 267 artigos. Destes faço questão de enunciar apenas seu Artigo 3º:


“A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.”
A caracterização dada à personagem Rafaela faculta à atriz-mirim Klara Castanho seu desenvolvimento “mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade”? A meu ver, se dá exatamente o contrário. Rafaela é tratada como coisa a ser transportada na vida cheia de peripécias de sua mãe Dora; interpõe-se com protagonismo principal na relação de sua mãe com quem poderia ser seu bisavô, o romântico Maradona, dono da pousada; os diálogos de Dora com Rafaela se sustentam em mentiras escancaradas e em meias verdades; os olhares de “brinquedo assassino” de Rafaela ao iniciar sua precoce carreira de chantagista mirim com a principal protagonista do folhetim, Helena, não deixam dúvidas que coisa muito mais escabrosa vem pela frente.
Enquanto a trama se desenrola, Rafaela passa a frequentar com maior insistência o imaginário de milhões de crianças da mesma idade vindo a se tornar um modelo infantil a ser seguido com toda sua carga de manipulação e astúcia poucas vezes vista em personagens adultas. E não encontramos contraponto. Isso acontece porque levantar qualquer bandeira que vise proteger a integridade moral e a dignidade de uma criança explorada por um folhetim global é quase cometer crime de lesa-pátria. E não faltarão pessoas a torcerem o nariz para esse meu texto sob o pretexto de que seria incitação à censura. Nada mais ridículo que isso.
O ponto é que enquanto o Deus-Audiência estiver em seu trono nada poderá mudar. Nem que preceitos constitucionais sejam violados e que sejam arquivadas no baú das coisas imprestáveis imagens de crianças inocentes, bondosas, cheias de compaixão, educadas, inteligentes, respeitadoras dos mais velhos... e tantos outros predicados do tempo em que andar a pé era novidade.

* Washington Araújo é jornalista, escritor e professor da UnB

Vermelho/Notícias Cristãs

ARTIGO : Pr Silas Malafaia, René Terra Nova e Valnice Milhomens
Enviado por Webmaster em 29/01/2009 04:11:02 (1708 leituras)

Mais uma de Silas Malafaia ....e Essa foi TREMENDA!

Extraído de uma fonte do G12: (inclusive as fotos ao lado e os textos abaixo)

http://diariodeumprofeta.blogspot.com


Durante o Congresso Passando o Manto com líderes da Visão celular como; Apóstolo René Terra Nova , Apóstola Valnice Milhomens e Profeta Dr. Morris Cerullo e Rev. Dr. Mike Murdock, entre outros, o pastor Silas Malafaia pediu PERDÃO a Apóstola Valnice. O perdão seria pelas ofensas, agressões verbais e calúnias que liberou durantes muitos anos por causa da Visão do G12. Após essa atitude, a multidão liberou brados extravagantes e muitas lágrimas diante dessa tão “maravilhosa” atitude. Sem esquecer que no mesmo dia, Silas abraçou reconciliando-se com os ministros do Ministério Trazendo a Arca (ex-Toque no Altar), a quem havia exortado como rebeldes em uma de suas pregações.


Hoje Silas está envolvido com a Visão do G12 - visão que ele chamou de coisa do diabo - e com o líder primaz desse movimento no Brasil, René Terra Nova. Veja o que diz um site do movimento G12 sobre essa questão: “... sem esquecer-se do perdão que ele pediu ao Apóstolo René em um encontro de pastores nos EUA” – Isso sim é tremendo!!! Silas, como sempre, muda de idéias e de conceitos facilmente como quem muda de roupa. Antes era contra a doutrina da prosperidade e hoje vive elogiando o Profeta Morris Cerullo e o Rev. Mike Murdock; vivia condenando a doutrina do G12 e hoje vive elogiando e pegando carona nesses congressos celulares.

Diz uma fonte do G12 sobre Silas Malafaia e seu arrependimento: Nosso Apóstolo René Terra Nova e o pastor ASSEMBLEIANO anti-g12 Silas Malafaia, que até um tempinho atrás era nosso acusador principal, que nos condenava e caluniava sabatinamente por coisas que nem nós mesmos conhecemos, agora se deixa fotografar ao lado com nosso amado Apóstolo. O mesmo participará de um congresso com o Apóstolo René em Brasília - DF em julho deste ano. Que mudança para quem disse que nunca dividiria o mesmo púlpito ou altar com gedozista. Incrível!Toda essa novidade só me faz entender algo: René sempre foi um grande homem de Deus, um profeta legítimo; O G12 nunca foi algo do diabo ou coisa assim, pois somente algo vindo de Deus para sobreviver tantos ataques e continuar firme; e que o pastor Silas é maleável demais, hoje diz algo, condena e amanhã aplaude, aprova e respeita, e quem sabe mais tarde um pouco, seguirá. (http://diariodeumprofeta.blogspot.com).

Conclusão:

O que percebemos é que o Pr. Silas Malafaia se perdeu nessa questão e pendeu-se para o lado de movimentos e pessoas heréticas. Lamentamos, pois tínhamos nele uma pessoa salutar ao evangelho, mas hoje fica difícil de sustentar esse mesmo sentimento em relação ao referido pastor. Oremos!


Assista o vídeo





Mais uma do Silas assista..





Fonte de pesquisas:
http://www.cpr.org.br/ds48-10.htm
http://diariodeumprofeta.blogspot.com

ARTIGO : A Assembléia de Deus será outra a partir de 2009, depois da eleição ? ou reeleição ? do presidente de sua convenção geral?
Enviado por Webmaster em 02/01/2009 06:19:59 (346 leituras)



(Fonte: Blog do Ciro) - Às vésperas de seu centenário, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, pioneira do Movimento Pentecostal no Brasil, elegerá neste ano ? se o Senhor Jesus não voltar antes de abril ? o presidente de sua convenção geral para um mandato de quatro anos. Teremos também as eleições de outros cargos que compõem a mesa-diretora, como os cinco vice-presidentes, um por região.

Tenho orado pela nossa igreja e pensado seriamente em seu futuro. E estou esperançoso com a realização da próxima Assembléia* Geral Ordinária, em Vitória-ES, em abril deste ano, a qual ? além de ser a maior de todos os tempos ? poderá nos propiciar um recomeço, não por causa dos nomes escolhidos para formarem a mesa-diretora da convenção, e sim por eu acreditar que as lideranças assembleianas aproveitarão essa valiosa oportunidade para fazerem um pacto em prol do cumprimento da quase-esquecida Grande Comissão.

O QUE PODERÁ MUDAR DEPOIS DA AGO?

Anseio por um novo começo, que resulte em recuperação do que perdemos nos últimos anos, pois avivamento, à luz da Palavra de Deus, não é, essencialmente, introdução no culto a Deus de novidades, e sim reconquista do que foi perdido (Lm 5.21; Jr 6.16). Não foi isso que aconteceu nos dias dos reis Ezequias e Josias? Sim, houve uma verdadeira renovação (2 Cr 29-30; 2 Rs 22-23).

Temos tido muitas perdas, sobretudo no que tange ao compromisso com a Palavra de Deus. Até quando os nossos cultos serão shows, e as nossas pregações, palestras motivacionais, que apenas entretêm os crentes? Até quando a quantidade de evangélicos reunidos, em mega-eventos, será mais importante do que as almas salvas? Até quando o ?grande reboliço? será mais importante que o culto racional, em espírito e em verdade, com decência e ordem?

A despeito de certos líderes sem chamada de Deus ou desviados da verdade desejarem que a Assembléia* de Deus seja cada vez mais liberal e secularizada, a nossa igreja não pode ter como parâmetro de sucesso apenas o crescimento numérico. Este tipo de crescimento Deus até valoriza, mas não o prioriza (Jo 6.60-69; Mt 7.13,14,21-23).

É lamentável o fato de líderes de nossa igreja abrirem mão da verdade em prol das multidões. A única explicação para isso é a priorização do aumento da receita, tendo em vista vantagens e o enriquecimento ilícito. Por isso, temos visto certas Assembléias* de Deus se igualando a igrejas pseudo-cristãs, cujas bandeiras são a falaciosa teologia da prosperidade e o evangelho-show, não tendo nenhum compromisso com os mandamentos e princípios das Escrituras.

ALGUÉM SE LEMBRA DA GRANDE COMISSÃO?

Neste longo artigo de início de ano, desejo enfatizar a necessidade de a Assembléia* de Deus retomar os antigos ideais da Grande Comissão. Sim, o Senhor Jesus comissionou a sua Igreja, chamando-a para uma tríplice tarefa: pregar o evangelho em todo o mundo, fazer discípulos de todos os povos e batizá-los em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (Mc 16.15; Mt 28.29, gr.). E eu pergunto: O que temos feito em prol desses ideais?

Até quando os nossos principais congressos serão ajuntamentos para, apenas e tão-somente, gritar, pular, marchar, ao som de gritos ensurdecedores de animadores de auditório? Até quando valorizaremos mais as mensagens e cânticos voltados exclusivamente ao bem-estar dos crentes? Até quando iremos aos cultos apenas para receber bênçãos, em vez de adorarmos a Deus, crescermos na graça e no conhecimento do Senhor Jesus, sendo cada vez mais cheios do Espírito Santo?

Tenho esperança de que o presidente eleito ? ou reeleito ?, a partir de agora, se preocupará um pouco mais com a Grande Comissão. E creio que a mesa-diretora escolhida o apoiará na realização de grandes projetos em prol de evangelização, missões e ensino sistemático da Palavra de Deus, pois o que prevalece hoje é a preocupação com os aumentos de membros (e não de discípulos) e de receita das igrejas.

Não podemos ignorar a primacial tarefa da Igreja de Cristo. Negligenciá-la implica desprezarmos as nossas origens. Para que recebemos o poder dinâmico do Espírito Santo? Para nos gloriarmos, dizendo que somos o povo que grita, pula e sapateia? Infelizmente, muitos pensam que ser pentecostal é isso... Mas o revestimento de poder existe, sobretudo, para nos impulsionar à pregação do evangelho às almas perdidas (At 1.8; Mc 16.15-20).

Quando os apóstolos Daniel Berg e Gunnar Vingren foram batizados com o Espírito Santo, nos Estados Unidos, o que mais se evidenciou na vida deles não foi o falar línguas estranhas (ainda que isso seja uma das evidências desse dom do Espírito), tampouco pulos e gesticulação espalhafatosa. Eles se sentiram impulsionados pelo Espírito a ganhar almas e vieram ao Brasil a fim de propagarem o evangelho no poder do Espírito de Deus.

PRECISAMOS MESMO DE UMA REDE DE TELEVISÃO?

Oro para que o pastor-presidente da nossa convenção não seja alguém ávido por atender, primordialmente, aos interesses dos assembleianos. Afinal, Deus não nos chamou para fazer a vontade do povo, e sim a sua vontade (Mt 7.21; 2 Co 1.1). Eu sei que precisamos de mais espaço na mídia. Mas que não sigamos o exemplo de igrejas (ou empresas?) e televangelistas (ou telenganadores?) cujos programas giram em torno de autopromoção, vendagem de produtos, consecução de recursos para manter impérios pessoais, etcétera e tal.

Quem hoje prega, verdadeiramente, o evangelho a fim de alcançar os pecadores com a mensagem cristocêntrica? Paradoxalmente, não há nenhum programa evangélico voltado especificamente à pregação do evangelho, ainda que alguns dediquem um pequeno espaço do tempo a isso. Tenho visto muita propaganda e venda de produtos (o que é lícito, se feito com moderação), verberação contra desafetos, divulgação de igrejas e campanha tácita visando ao aludido pleito de abril/2009.

Muito se fala acerca de uma rede de televisão, e alguns pastores dizem que a nossa igreja ficou para trás. Os candidatos à presidência da nossa convenção estão sendo pressionados a imitarem líderes de igrejas ditas evangélicas que promovem shows para crente ou apresentam todo tipo de programa para competir com a concorrência. Como manter um canal assembleiano com boa audiência sem rechear a programação de entretenimentos mundanos? Não é melhor a Assembléia* de Deus comprar horários nobres e pregar o evangelho de Cristo aos pecadores?

Temos mesmo de seguir ao exemplo de telebispos, telemissionários e tele-apóstolos, cujos programas têm como finalidade arrecadar dinheiro e mais dinheiro? Veja o caso da maior emissora dita evangélica do País: propaga tudo o que não presta (é inclusive declaradamente favorável ao aborto) e assim consegue competir com a Rede Globo em alguns horários. Esse é um bom exemplo para nós?

Precisamos mesmo de uma rede de televisão? Não! Pois essa não é a nossa vocação. Não fomos chamados para ter impérios de telecomunicações, ao contrário do que muitos pensam. Podemos, sim, nos valer de todos os recursos à nossa disposição (televisão, rádio, Internet, etc.), mas não é missão da igreja competir com emissoras mundanas, como fazem os canais ?evangélicos? da atualidade.

ALGUÉM SE LEMBRA DA DÉCADA DA COLHEITA?

Devemos ? repito ? usar todos os recursos disponíveis para a pregação do evangelho. E os dízimos e ofertas, se forem bem empregados, podem servir não apenas para a construção de catedrais, mas para o custeio de programas verdadeiramente evangelísticos. Estamos dispostos a deixar a vaidade de lado e pregar o evangelho? Para isso, os nossos programas terão de fazer menos propaganda de nossos líderes e igrejas. Queremos isso? Ou preferiremos mostrar para todos que a Assembléia* de Deus também pode ser como as igrejas-empresas?

Alguém se lembra da Década da Colheita? Que projeto nobre era aquele! Por que não houve os resultados esperados? Alguns dizem que foi por causa da morte repentina do inesquecível pastor Valdir Nunes Bícego, relator e principal propagador do projeto. Mas não foi apenas isso que fez o arrojado plano sofrer solução de continuidade, ainda que a competência do saudoso evangelista e mestre Valdir Bícego sejam até hoje lembradas. Tem faltado visão mesmo a nossos líderes.

Não estou criticando a ninguém em específico. Respeito profundamente os antigos e atuais membros da mesa-diretora da nossa convenção. Mas escrevo isso com o intuito de refletirmos juntos acerca do que já fomos, temos sido e poderemos ser. Quando falo de um ?novo começo?, não quero dizer que precisamos, necessariamente, de um novo presidente, e sim de uma nova mentalidade.

Temos pregado o evangelho aos perdidos? Sinceramente, muito pouco. Temos feito discípulos? Francamente, muito pouco. Temos batizado em águas? Na verdade, são poucas as pessoas que chegam ao batismo; e mesmo assim elas não passam por uma formação adequada. Prova disso é a facilidade com que o povo assembleiano ? sobretudo a juventude ? se deixa levar por ventos de falsas doutrinas, modismos e ondas de misticismo.

A verdadeira Assembléia* de Deus é a igreja da Palavra, que evangeliza, faz discípulos, batiza-os em água. É a igreja movida pelo poder dinâmico do Espírito (At 1.8; Rm 1.16). Seus cultos têm cânticos, exposição da doutrina e manifestação multímoda do Espírito Santo (1 Co 14.26). Não é uma igreja igual ou similar a igrejas pseudo-cristãs, que só falam de prosperidade material, curas e milagres. A legítima Assembléia* de Deus, fiel à sua origem, adora ao Senhor Jesus, prega a sua doutrina e crê em curas e milagres, mas sem priorizá-los, posto que eles são apenas os efeitos do evangelho, e não o evangelho (1 Co 1.22,23; 12.28; Jo 10.41; Dt 13.1-4).

Sei que este extenso artigo, publicado no primeiro dia de 2009, não é nada simpático. Mas é necessário. Uma igreja vigorosa evangeliza, faz discípulos e batiza-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. E muito me admira o fato de pastores estarem cobrando dos candidatos à presidência de nossa convenção geral que tenhamos um canal de televisão, como se isso fosse a principal missão da Assembléia* de Deus ou a solução para todos os seus problemas! Por que não nos unimos e levantamos a bandeira da Grande Comissão, deixando de lado os nossos projetos pessoais?

Ciro Sanches Zibordi

ARTIGO : Por Que o Mundo Odeia os Judeus e Sua Nação, Israel?
Enviado por Webmaster em 27/10/2008 14:45:29 (177 leituras)

Escrito por: Thaís Rêgo. 17 anos, estudante do 2° ano do ensino médio. Belém/PA


Muitos de vocês já devem ter se feito essa pergunta pelo menos mil vezes. O que esse povo fez pra merecer tanto ódio? O fato é que ninguém consegue explicar ao certo o motivo pra tamanha perseguição. Sofremos com a escravidão no Egito, Inquisição, Holocausto e muitos outros. E a toda hora surge uma nova pessoa com a mesma idéia de sempre: acabar com Israel. Quando fazemos essa pergunta para um não judeu eles respondem:

- Desde que chegaram ao mundo, os Judeus só fazem criar problemas por onde eles passam.

Ou então,

- O que é que eles tinham que ter invadido a terra dos outros?

É até irônico ouvir isso, como se o nosso problema começasse dessa época de conflitos árabes e israelenses, como se não fossemos talvez o povo mais antigo no mundo. Como se a terra mesmo fosse da tal "Palestina" e como se nós procurássemos problemas com os outros povos..

Mal eles sabem que a terra nos pertencia antes de sermos expulsos dela. Mal eles sabem que já existiram dezenas de povos (que eram maioria antigamente) que tentaram acabar com os Judeus e por fim sumiram do mapa. Hoje nem sequer sabemos da existência deles.

Sempre fomos minoria, e por incrível que pareça, continuamos firmes e fortes. O que os nossos inimigos não sabem é que eles ajudam no nosso fortalecimento. Quanto mais ódio aos judeus, mais forte nós ficamos! E estes povos acabam por se auto-destruir.

O que acaba com um Judeu? A assimilação! A perda de seus valores e o esquecimento de todo o nosso passado glorioso. Principalmente: um próprio judeu renegar as suas origens. Somos um povo normal como todos os outros (nem superiores e nem inferiores, mas com uma missão diferenciada), com acertos e erros. E ao mesmo tempo não somos. Pois conseguimos coisas que nenhum outro povo sequer pode imaginar ser possível. Quanto mais nos odiaram na história, mais nos abraçamos e isto nos fortaleceu. As vezes, é em tempos de calmaria que esquecemos quem somos. Isso se encaixa naquele ditado, "É com as pedras que você joga em mim, que eu construo o meu castelo".

Será que é tão difícil nos deixar em Paz? Nosso intuito nunca foi de criar guerras, pelo contrário! Aceitamos os 53% (sendo que 80% desses 53% era área desértica) que a ONU nos deu da terra que POR DIREITO era para ser nossa na integralidade.

Colaboramos com o mundo de diversas maneiras: com ajudas humanitárias, descobertas médicas e com as invenções de grandes gênios JUDEUS.

Alias, talvez podemos destacar entre os maiores homens que existiram na humanidade, cinco judeus: Albert Einstein, Freud, Carl Marx, Moisés e Jesus. Sim, Jesus em nenhum momento renegou as suas origens judaicas, apenas não agiu da forma mais correta de acordo com a religião judaica.

Falando nisso, de onde surgiu essa idéia de que fomos nós que o matamos? Engraçado é que naquela época os romanos acabavam com a vida de todo mundo. Os super tiranos foram bonzinhos com Jesus, né? E a crucificação nem era método romano de assassinato capital? É claro que é! Taí mais uma história que inventaram pra aumentar o ódio pelos Judeus. Já chegaram a dizer que até o Holocausto não existiu (e o que aconteceu com os 6 milhões de mortos, REGISTRADOS?) Israel é o país que abre seus hospitais para cuidar de doentes palestinos, sejam eles feridos de combates, ou doentes normais.

Estamos sozinhos nessa guerra, e só podemos contar conosco mesmo. Os EUA não estão do nosso lado por que "vão com a nossa cara". Por sinal, nem sequer estavam ao nosso lado (embora o mito diga o contrário) até a década de 70. Antes, os maiores apoiadores de Israel foram a França e a Rússia, que logo no começo forneceu armas ao país por achar que Israel se tornaria socialista. Após se sentir traído, Moscou passou a abastecer os países árabes. Se hoje os EUA se alinham conosco, é porque somos um ponto estratégico importante, único aliado confiável na região, única democracia e mais alguns valores em comum. Não dá para negar a influência de uma parcela dos judeus americanos neste apoio, sejam políticos, empresários ou artistas. Mas hoje, de fato, até a direita cristã americana faz mais pressão do que os judeus locais neste sentido.

Churchill não nos ajudou por que estava com pena da gente na Segunda Guerra Mundial e sim por que ele queria uma Alemanha livre da ditadura. Assim como outros que nos "ajudaram" ao longo do tempo em troca de favores. A prova disso é que ao mesmo tempo que lutava contra os alemães, a Inglaterra fechava as porta à imigração judaica para a ?Palestina?, impedindo que centenas de milhares de judeus se salvassem. É claro que tivemos quem nos desse apoio, principalmente se formos olhar ações individuais e não de governos, e graças a essas pessoas conseguimos salvar muitas vidas. Mas isso lamentavelmente é minoria.

Infelizmente as pessoas não reconhecem o que fazemos de bom ao mundo, "pegam o bonde andando" das notícias que as redes de televisão (parciais e distorcidas) falam e acham que Israel não passa de um estado terrorista fanático com sede de vingança.

Sempre estivemos dispostos a acordos, mas o único resultado que faria a oposição se aquietar seria destruir cada judeu desse mundo junto com a sua nação, Israel. Felizmente hoje em dia temos um dos exércitos mais poderoso do mundo e sabemos bem nos proteger. O judaísmo está vivo e forte. Temos movimentos Juvenis que pregam o Judaísmo no mundo todo. Doações para Judeus de cada canto do mundo irem estudar a Torá em Eretz Israel (a Terra de Israel). Vale a sábia frase: Se os árabes abaixarem suas armas, teremos paz. Se os Judeus abaixarem suas armas, não teremos mais Israel. Deus nos abençoe!


(Fonte: deOlhonaMidia.org.br)

 

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